segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Baixa inspiração.
Respiração por um fio.
Não venta lá fora.
Colori o cabelo.
Cortei.
Liguei pra você.
Quero te ver.
Pra amenizar a dor, Caetano canta só pra mim (no som da sala)...
"Tomo essa canção como um beijo", Um flerte...Só pra inspiração voltar,
depois daquela música tão linda
que não tive você pra escutar junto a mim.
Tudo era pra você.
De nada adiantou!

domingo, 11 de novembro de 2007

Novo jeito de ver as coisas.
Sorrir menos.
Fazer contas.
Insônia convulsiva.
Você tinha razão:
Não guardo mais nada daquele
vestido rodado com laço de fita.
Isso é tão triste quanto
abstinência de chocolate.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ah se você soubesse!
Nem tem como dizer....é tão grande!
Eu seria capaz até de dedicar todas as
poesias que cazuza musicou...só pra você.
Egoísmo ao contrário.
Te dar tudo de mim e até do que
nem é meu.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Uma dor.
Muitas lembranças
De um passado
que não passou.

Descrevi você em palavras
que descrevem Saudade!

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Cazuza!

Hoje à tarde estive acompanhada do café de sempre.
Bem quente.
Misturado ao trabalho.
Correndo o risco de derramar no teclado.
Esqueci de trabalhar.
Estive com Cazuza todo o tempo.
Tanta coisa pra fazer e eu aqui.
Lendo...
Tantas poesias...
Uma delas me caiu tão bem.
Não sei se essa é a mais bela (são tantas perfeitas)
Poesia é tão imprevisível:
“Escuro e frio, mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos ou anos atrás”

...E novamente Cazuza me fez sentir vontade de chorar!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Uma pergunta cliclê:
Por que as pessoas morrem?
Desculpem a falta de criatividade, mas não resisti.
É triste demais!
com raiva do mundo.
querendo confortar você.
te fazer um cafuné.
dar afeto a quem, agora,
precisa mais do que eu.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Ansiosa por escrever coisa nova.
Meu Deus!
Sempre escrevo você.
Querendo amar menos
pra esquecer por alguns
minutos.
Reinventarei algo que não tenha a sua cara.
Será que vão gostar?
Será que vou gostar?

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Papel em branco é, sempre, um desperdício. Viver sem você aqui é tão vazio quanto o papel desperdiçado!
- Mãe, me traz um remédio!?!
- Remédio pra quê?
- Ah! Pra qualquer coisa.
Um remédio mãe!
- Mas eu preciso saber o que está sentindo.
- Então traz todos!

O que ninguém entende!

Que tarde demorada.
E o sol insistia.
E minha dor era
maior.
Inquietude total.
Claro!
Tive medo de morrer.
Hoje frágil!
O que me inspira
é a poesia que alguém
escreveu e cantou tão lindamente...

"Zé" - Vanessa da Mata

Você dita ao meu coração
O que ele não quer aprender Zé
Você faz com que o meu coração
Siga a tua receita só
Não
Quero que aceite
O jeito que eu te dou de mulher
Não
E aproveite
O resto o tempo dá jeito

Mesmo que tenha a minha oração
Que você dispensa

Você faz com que o meu coração
Siga a tua beleza só
Vá lembrar a tardinha
Quando nos conhecemos

Havia uma beleza ali
Ou era criatividade minha

Quando andava pela rua
Cor de sol
Amarelo ouro
Me fitava e eu me avermelhando
Som de jardim de sonho
Zé era seis da tarde
Dia e escuridão
Tinha tom, sino e alarme
Roubando o meu coração

Hortelã, Alecrim e Jasmim
Ave Maria cantando
Ela tão satisfeita por mim
E eu num galho do sol
Que nem passarinho
Que nem passarinho
Desvanecida de amor
Cor de carmim

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Borralheira

Talvez você nem saiba
o quanto foi importante o que me disse.
Talvez até saiba.
Eu falei que gostei.
Minhas palavras tão cheias de mim
chegaram até você.
Tomei coragem!
...E isso me impulsionou
a não mais rasgar os versos.
A soltar o choro
e abrir um sorriso
toda vez que as mãos sentirem
vontade própria.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Depois de escrever o seu nome,
descobri que estou sozinha.
Isso não me faz mais forte
Não é tão fácil estar sem você...

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Só, quando preciso só de você...
Três e 23 da manhã.
Mas eu não devia estar dormindo?
Sei lá! Talvez sim.
Estou aqui, cheia de coisa pra fazer
e vagueando com esse lápis por esse papel
sujo de riscos e marcas de café.
Meus vícios me afastam da loucura!

Ainda verás, Elis...Que isso passa!

Conheces alguém que vive a rabiscar palavras
rumo ao encontro?
Conheces?
Também não.
Ainda não.
Farei conhecer a mim mesma
e descobrirei que nem vale a pena.
As palavras estão aqui,
mas o encontro se foi.
Está perdido
na desertidão dessa coisa chamada
"Tempo".

...e Elis escreve sua melancolia, antes do banho da hora de dormir!

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Qualquer coisa que se escreve numa tarde de trabalho

Descompassada!
Por momentos, elétrica.
No instante em que segue, acometida por um abatimento mórbido.
Meio febril/
Desconsolada/
Sono profundo!/
Devolva todas as minhas forças, sugadas naquele dia infeliz;
Que bem sabes qual.

domingo, 26 de agosto de 2007

"Sintomas de saudade"

Te quero, como nunca quis ninguém.
Te espero, como nunca pensei.
Nunca imaginei que minha ansiedade permitiria.
Te amo, nem sei quanto. É tanto que só sei pedir você, dia e noite.
Vou pra frente do espelho e me arrumo pra você.
Converso sozinha, querendo te contar coisas.
E quando me deito, aí sim é que te peço ainda mais.
Mil vezes pra mim. Aqui comigo é que é seu lugar!
Só preciso de você por perto. Mais nada!
Me beije pra sempre e nunca me deixe só...

...Te amo, como no último dia em que nos tocamos (Isso explica tudo!)
Eu só queria me distanciar de tudo o que me afasta de você...

Não é tristeza; é dor!

sábado, 25 de agosto de 2007

"Escrevo pra esquecer...Pra lembrar, recordar...
Ser feliz!
Escrevo porque não me restou mais nada. Você não está mais aqui..."