quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Uma pergunta cliclê:
Por que as pessoas morrem?
Desculpem a falta de criatividade, mas não resisti.
É triste demais!
com raiva do mundo.
querendo confortar você.
te fazer um cafuné.
dar afeto a quem, agora,
precisa mais do que eu.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Ansiosa por escrever coisa nova.
Meu Deus!
Sempre escrevo você.
Querendo amar menos
pra esquecer por alguns
minutos.
Reinventarei algo que não tenha a sua cara.
Será que vão gostar?
Será que vou gostar?

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Papel em branco é, sempre, um desperdício. Viver sem você aqui é tão vazio quanto o papel desperdiçado!
- Mãe, me traz um remédio!?!
- Remédio pra quê?
- Ah! Pra qualquer coisa.
Um remédio mãe!
- Mas eu preciso saber o que está sentindo.
- Então traz todos!

O que ninguém entende!

Que tarde demorada.
E o sol insistia.
E minha dor era
maior.
Inquietude total.
Claro!
Tive medo de morrer.
Hoje frágil!
O que me inspira
é a poesia que alguém
escreveu e cantou tão lindamente...

"Zé" - Vanessa da Mata

Você dita ao meu coração
O que ele não quer aprender Zé
Você faz com que o meu coração
Siga a tua receita só
Não
Quero que aceite
O jeito que eu te dou de mulher
Não
E aproveite
O resto o tempo dá jeito

Mesmo que tenha a minha oração
Que você dispensa

Você faz com que o meu coração
Siga a tua beleza só
Vá lembrar a tardinha
Quando nos conhecemos

Havia uma beleza ali
Ou era criatividade minha

Quando andava pela rua
Cor de sol
Amarelo ouro
Me fitava e eu me avermelhando
Som de jardim de sonho
Zé era seis da tarde
Dia e escuridão
Tinha tom, sino e alarme
Roubando o meu coração

Hortelã, Alecrim e Jasmim
Ave Maria cantando
Ela tão satisfeita por mim
E eu num galho do sol
Que nem passarinho
Que nem passarinho
Desvanecida de amor
Cor de carmim

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Borralheira

Talvez você nem saiba
o quanto foi importante o que me disse.
Talvez até saiba.
Eu falei que gostei.
Minhas palavras tão cheias de mim
chegaram até você.
Tomei coragem!
...E isso me impulsionou
a não mais rasgar os versos.
A soltar o choro
e abrir um sorriso
toda vez que as mãos sentirem
vontade própria.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Depois de escrever o seu nome,
descobri que estou sozinha.
Isso não me faz mais forte
Não é tão fácil estar sem você...