segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Cazuza!

Hoje à tarde estive acompanhada do café de sempre.
Bem quente.
Misturado ao trabalho.
Correndo o risco de derramar no teclado.
Esqueci de trabalhar.
Estive com Cazuza todo o tempo.
Tanta coisa pra fazer e eu aqui.
Lendo...
Tantas poesias...
Uma delas me caiu tão bem.
Não sei se essa é a mais bela (são tantas perfeitas)
Poesia é tão imprevisível:
“Escuro e frio, mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos ou anos atrás”

...E novamente Cazuza me fez sentir vontade de chorar!

Um comentário:

Lígia Chagas disse...

Eu amo essa música... ele escreveu para a avó dele, quando ela morreu. A letra está grava da lápide dela. E o título é tão singelo: POEMA.
Parceria póstuma com Frejat, na voz de Ney Matogrosso...