Hoje à tarde estive acompanhada do café de sempre.
Bem quente.
Misturado ao trabalho.
Correndo o risco de derramar no teclado.
Esqueci de trabalhar.
Estive com Cazuza todo o tempo.
Tanta coisa pra fazer e eu aqui.
Lendo...
Tantas poesias...
Uma delas me caiu tão bem.
Não sei se essa é a mais bela (são tantas perfeitas)
Poesia é tão imprevisível:
“Escuro e frio, mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos ou anos atrás”
...E novamente Cazuza me fez sentir vontade de chorar!
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Um comentário:
Eu amo essa música... ele escreveu para a avó dele, quando ela morreu. A letra está grava da lápide dela. E o título é tão singelo: POEMA.
Parceria póstuma com Frejat, na voz de Ney Matogrosso...
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