Olhar pro sol e ver que não é mais dia.
O sol se escondeu ontem cedo e não voltou mais.
...e minha poesia subversiva insiste em continuar
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Chico
Desculpe Chico,
mas não me perco a observar
teus olhos azuis cor de céu de primavera.
Teu cantar me impede de abrir os olhos.
mas não me perco a observar
teus olhos azuis cor de céu de primavera.
Teu cantar me impede de abrir os olhos.
Agora o meu Chico
Chico tem olhos cor de céu de primavera.
O Rio acompanha a melodia da voz de Chico,
contraditoriamente suave e impetuosa.
Chico fuma cachimbo nas tardes de pouco sol, sentado numa sombra qualquer escondida embaixo do oiti.
O Chico que motiva esse encontro de "Chicos" e palavras é o meu.
Chico no diminutivo.
Nome comum, que vem daquele santo que inspirou tantos outros "Chicos".
Esses versos são pra você, meu pai.
Meu Chico!
E um sorriso agora acompanha a lembrança daquela brincadeira sem graça, sem jeito...A forma mais bonita que você encontrou, lá na infância, de dizer amor em gestos.
Também por isso, e por todas as outras coisas...Só te amo!!!
O Rio acompanha a melodia da voz de Chico,
contraditoriamente suave e impetuosa.
Chico fuma cachimbo nas tardes de pouco sol, sentado numa sombra qualquer escondida embaixo do oiti.
O Chico que motiva esse encontro de "Chicos" e palavras é o meu.
Chico no diminutivo.
Nome comum, que vem daquele santo que inspirou tantos outros "Chicos".
Esses versos são pra você, meu pai.
Meu Chico!
E um sorriso agora acompanha a lembrança daquela brincadeira sem graça, sem jeito...A forma mais bonita que você encontrou, lá na infância, de dizer amor em gestos.
Também por isso, e por todas as outras coisas...Só te amo!!!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)