Desculpe Chico,
mas não me perco a observar
teus olhos azuis cor de céu de primavera.
Teu cantar me impede de abrir os olhos.
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Me apresento assim...Tão somente Elis. Vivo na fronteira do tempo. Despretensiosamente criança, mas a velhice já chegou pra mim. Carrego o peso de gostar dos anos 80. De viver com os ouvidos grudados lá. Com os pés aqui, as mãos rabiscam um pouco do que há em mim. Sou apenas o que essas páginas revelam. Revelam só agora tudo o que guardei pra ninguém!
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